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Alguns até se angustiam por não terem essa opção e por terem que deixar seus bebês em creches logo após o fim do período de licença-maternidade.
O fato é que não existe uma regra para isso.
A hora de colocar o filho na escola vai depender de inúmeros fatores como, necessidade dos pais, necessidade da criança, vontade, condições financeiras etc.
O importante é ter em mente que atualmente existe uma nova realidade nas escolas.
As escolas não são mais apenas espaços para cuidar das crianças enquanto os pais trabalham. Ali, as crianças têm a oportunidade de vivenciarem inúmeras situações de aprendizagens, conviver com adultos que não seus familiares, dividir experiências com crianças de mesma faixa etária e interesses e também de outras faixas etárias, credos, enfim.
Na escola a criança encontra um universo de possibilidades que muitas vezes não tem em casa, seja referente à convivência social, espaço, e oportunidades de desenvolvimento cognitivo.
O referencial curricular nacional desenvolvido pelo Ministério da Educação aponta seis grandes áreas do conhecimento que são desenvolvidas com as crianças ao longo da educação infantil. São elas: Língua Escrita e Oral, Matemática, Artes Visuais, Música, Desenvolvimento Motor e Conhecimento do Mundo.
Assim, na escola, a criança vai se deparar com diversas propostas que buscam ampliar suas potencialidades dentro de cada uma dessas áreas.
Por tudo isso, na hora de definir quando e onde pretende colocar seu filho para iniciar sua jornada escolar considere os seguintes aspectos:
– Creches: consistem num espaço destinado ao apoio pedagógico e cuidado de crianças com idades compreendidas entre os três meses e os três anos.
– Berçários: são uma das valências de creche, frequentados por crianças até a aquisição da marcha e normalmente focados nos cuidados e atendimento das necessidades físicas do bebê.
– Centros de estimulação para bebês: oferecem propostas por períodos de tempo mais curtos e normalmente com a presença de um responsável para estimular o desenvolvimento do bebê de 4 meses a 1 ano e 10 meses de idade, por meio de brincadeiras que proporcionam maior sensibilidade visual, auditiva, tátil e coordenação motora.
– Escolas de educação infantil: atendem, pedagogicamente, crianças com idade entre 0 e 5 anos e 11 meses (no Brasil). As crianças são estimuladas, por meio de atividades lúdicas, a exercitar suas capacidades nas seis áreas do conhecimento (desde o desenvolvimento motor até o início do processo de letramento).
– Escolas infantis bilíngues: têm o mesmo foco das escolas de educação infantil, atendendo pedagogicamente crianças de 0 a 5 anos e 11 meses, com o benefício de promover as capacidades das crianças e desenvolver suas potencialidades em cada área do conhecimento em dois idiomas, normalmente em português e no segundo idioma.
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